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Outono na janela e na porta…
O olhar pedindo silêncio, o sol que vai e vem, a chuva que parece chegar pelos cantos do céu e o novo mês que já ensaia passos pelas calçadas do bairro. A pressa dos outros se transforma em demora. As vias estão cheias. Um corpo fica pelo caminho. Ninguém tem tempo de sobra para dar atenção a quem atravessa a rua sem olhar para os lados… Que gente mais estranha é essa que vive lá fora, mas enfim, maio chegou na minha janela e eu sou pessoa de dentro, com poesia minha, com poesia dos outros.Lu Guedes
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